Resenha: A Doutrina da Morte – Vol. 1: O Jogo Infinito

Imagine viver em um mundo onde a tecnologia te permite entrar — literalmente! — em jogos virtuais tão realistas que você pode saltar de paraquedas, pular de pontes ou entrar em batalhas épicas com sensações extremamente reais e o melhor de tudo: sem nenhum tipo de arranhão na “real life”.

Resenha A Doutrina da Morte - Vol. 1 O Jogo Infinito

Essa é a proposta da VirtNet, um jogo apresentado na trilogia A Doutrina da Morte, escrita por James Dashner (mesmo autor de Maze Runner). O primeiro volume da trilogia, intitulado “O Jogo Infinito”, é um livro de ficção científica com ótimas cenas de ação, suspense, além de um mistério que permanece até o seu último capítulo.

A VirtNet (ou “Sono”, como alguns gamers costumam chamá-la) é um verdadeiro fenômeno em um mundo que se passa daqui a muitos anos, tanto é que a maioria dos jogadores passa mais tempo em seus jogos do que fazendo coisas no mundo real. Através de um caríssimo equipamento chamado NervBox (ou “Caixão”), pessoas de todas as idades podem entrar em um mundo virtual, mudar sua aparência física, ter poderes mágicos e participar de missões para acumular Pontos de Experiências e, assim, subir de nível e participar de jogos mais difíceis. Isso entre inúmeras outras opções, é claro.

Michael, de 16 anos, é um dos gamers mais habilidosos da VirtNet, não apenas pela sua experiência nos jogos, mas também pela sua habilidade em hackear códigos dentro do sistema da VirtNet. Seus melhores amigos, Sarah e Bryson, também são ótimos jogadores e, embora eles nunca tenham se visto pessoalmente, o Sono é uma realidade tão perfeita que eles podem se reunir a qualquer momento em uma lanchonete virtual para conversar e tomar um suco.

O que acontece, no entanto, é que alguns gamers começam a desaparecer misteriosamente ou mesmo se suicidarem dentro dos jogos. Após um tempo, descobre-se que um hacker, denominado apenas como “Kaine”, vem fazendo pessoas reféns dentro dos jogos, impedindo que elas consigam sair e voltar à vida real. Aliás, “hacker” não. Mais do que isso: um ciberterrorista. A realidade construída passa a encarar um perigo real. E ninguém sabe quais são os propósitos por trás disso.

A SSV (Serviço de Segurança da VirtNet) precisa encontrar esse ciberterrorista para tornar o Sono um lugar seguro novamente. E, para isso, contratam os melhores jogadores para essa missão – afinal, para encontrar um hacker, é preciso contar com as habilidades de outros hackers.

Michael recebe o convite diretamente da SSV e é praticamente forçado a participar da caçada ao ciberterrorista. Não tendo escolha (mas, ao mesmo tempo, considerando que seria uma aventura divertida), ele, Sarah e Bryson, resolvem jogar. No entanto, os perigos que eles encontram pelo caminho estão além de uma realidade construída, na qual eles poderiam sair sãos e salvos quando quisessem. O que eles passam a enfrentar mistura perigos virtuais com consequências reais para eles.

Resenha A Doutrina da Morte Vol. 1 O Jogo Infinito

Eu acabei gostando de “A Doutrina da Morte – O Jogo Infinito” logo no primeiro capítulo do livro (para ler, CLIQUE AQUI). Tensão e mistério são contínuos: há todo um mistério para saber quem é o tal de Kaine, qual é a verdadeira atenção dele em ameaçar outros jogadores e se existe uma armadilha por trás do pedido forçado por parte da SSV para que Michael encontre-o.

Confesso que fui surpreendido pelo final, o que valeu muito a pena, e já estou ansioso para ler o segundo volume. Os outros dois volumes da trilogia A Doutrina de Morte são “Regras do Jogo” e “A Última Fase”, que teve seu lançamento no Brasil em maio de 2016.

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