Star Wars: Os Últimos Jedi – Sobre respeitar o passado e abraçar o novo

Apostar em Rian Johnson como diretor e roteirista de “Os Últimos Jedi” foi uma atitude arriscada. Além de alguns episódios de “Breaking Bad” e “Looper”, o americano não possuía mais nada de muito destaque. Após J.J. Abrams apresentar a franquia para a nova geração ao mesmo tempo que fazia o feijão com arroz com “O Despertar da Força”, caminhando com uma estrutura parecida com a de “Uma Nova Esperança”, Johnson ganhou uma carta branca para avançar. Na primeira cena do filme, a desconfiança passa. Depois de uma cena de abertura…

Crítica: “Wonderful Wonderful” mostra como o The Killers nos deixou mal-acostumados

“Wonderful Wonderful”, o quinto álbum do The Killers, sem sombra de dúvidas, é o álbum mais experimental até aqui. A sonoridade apresentada pela banda, composta por Brandon Flowers, Dave Keuning, Ronnie Vannucci e Mark Stoermer, pode lembrar por algumas vezes o Everything Now, do Arcade Fire, e tem muitas inspirações no groove do funk e na música disco. O álbum, entretanto, não parece ter um ápice.

Crítica: IT – A Coisa | Tenha medo de Pennywise

Uma das maiores dificuldades dos filmes de terror nos últimos anos é a dificuldade para o desenvolvimento dos personagens, jogando jump scares a torto e a direito, sem ao menos se dar ao trabalho de criar uma atmosfera. IT realiza estes pontos com maestria. Para começar, o filme não pode ser tratado apenas como terror. Também é aventura, romance, suspense e comédia.

Crítica: Coldplay – Kaleidoscope (2017)

Com shows anunciados em São Paulo (07/11, no Allianz Parque) e em Porto Alegre (11/11, na Arena do Grêmio), o Coldplay lançou nesta sexta-feira (14) o EP Kaleidoscope. Com cinco músicas, algumas excelentes, outras nem tanto, o lançamento de Chris Martin, Guy Berryman, Jonny Buckland e Will Champion serve para fechar lacunas da história contada no último álbum “A Head Full of Dreams”, de 2015. No momento, a banda se prepara para os últimos shows da turnê do disco, que já passou por aqui em abril do ano passado e será finalizada na Argentina,…

Crítica: Homem-Aranha: De Volta ao Lar mostra que a naturalidade faz diferença

Já se passaram 15 anos desde o lançamento nos cinemas do primeiro filme da trilogia do Homem-Aranha de Sam Raimi. Desde então, vimos um novo reboot com Marc Webb e toda a negociação envolvendo os direitos do personagem com a Sony e a Marvel. Homem-Aranha: De Voltar ao Lar é um novo início, porém deixando as origens de lado, que os espectadores já sabem de cor. Sem precisar ficar preso a essas amarras, o roteiro pode se desenvolver de maneira mais ágil.