Crítica: Caixa de Pássaros – Não abra os olhos

“Ela está lá fora, pronta para alimentar os pássaros. Vendada, anda devagar, tateando a parede para procurar a caixa. Eles já arrulham. Sempre fazem isso quando ela se aproxima. No entanto, dessa vez, ela ouve algo além dos pios. No fim da calçada, ouve-se um ‘passo interrompido’. Sempre muito alerta, ela fica surpresa ao perceber que está tremendo. As vozes dos pássaros não soam mais de forma agradável. Parecem o que Tom quer que sejam: um alarme.”