Crítica: Mulher-Maravilha restaura a fé no universo cinematográfico da DC

Foi um longo caminho percorrido para que, enfim, tivéssemos a oportunidade de ter um filme como Mulher-Maravilha. O universo cinematográfico da DC pode ter muitas lacunas, mas é necessário exaltar que a decisão por finalmente ter coragem em fazer um filme com uma super-heroína como protagonista e, ainda mais, com uma mulher na direção do mesmo, foi a mais acertada possível.

Especial: Mulher-Maravilha

Em 1940, William Moulton Marston – também conhecido como Charles Moulton –, na época psicólogo e também inventor do polígrafo, se aventurou como consultor educacional na National Periodical Publications e All-American Publications (duas companhias que, mais tarde, dariam vida à DC Comics) após estudos sobre o potencial educacional das histórias em quadrinhos. Moulton então viu a oportunidade de criar um novo super-herói. No início dos anos 40, tínhamos uma avalanche de personagens masculinos que triunfavam através de seus superpoderes. Pensando nisso, junto à sua esposa Elizabeth Holloway Marston, nasceu a…